Baseado em uma história real, “Moneyball – O homem que mudou o jogo” conta a incrível trajetória de um gerente de um time médio de baseball nos EUA. Se não é um esporte popular no Brasil, ao menos Brad Pitt é…

A história mostra como o ex-jogador, então gestor esportivo do Oakland Athletics, se defronta com uma amarga situação: poucos recursos, perda dos principais jogadores e a ambição de elevar o time entre os finalistas.

Como fazer isso? Só melhorar os processos dentro da mesma mentalidade dominante, dentro do paradigma instalado, provavelmente não trará grandes resultados… talvez um incremento marginal dos resultados – o que não será suficiente, se o que se quer é realmente mudar de patamar o que existe hoje em sua clínica ou consultório.

É aí que Billy Beane (Brad Pitt) aposta em um novo formato, pautado essencialmente em análises de estatísticas (Scouts). Com esse modelo decisões são tomadas de forma diferente – e claro, gera muita resistência por parte dos demais profissionais do clube, habituados a abordagem tradicional. A mídia, também não aceita o novo modelo…

Mas com a persistência de Billy, após uma adaptação do time e de alguns profissionais, que “compram a briga”, eles viram o jogo…

Podemos dizer que também nas clínicas e consultórios é o “chefe” que deve dar o tom das mudanças, de maneira mais profissional dentro dos preceitos da administração, e buscando os objetivos estabelecidos.

Sim, é um binômio que é proposto nesse post:

  • Definir objetivos, onde se que chegar – que campeonato se quer vencer e,
  • Estruturar as decisões em busca destes objetivos de maneira técnica e consciente do que acontece no negócio.

E no fim do filme, o que acontece?… AH! Para saber isso, tem que assisti-lo!

Já assistiu o filme? O que achou?