A revolução tecnológica transformou a vida por completo, nos últimos 25 anos.

Com smartphones, tablets, wi-fi, bluetooth, aplicativos para todos os propósitos… A forma de se comunicar mudou, o comportamento das pessoas é outro, e as influências se multiplicaram. Os meios de pagamentos são diversos, sujeitos a fraudes, erros, etc… A fiscalização  é cada vez mais rigorosa (contando com mais suporte de informação e tecnologia).

 

Foi-se o tempo em que bastava ter uma “mocinha pra atender o telefone” uma clínica e algumas revistas na sala de espera. O resto funcionava “e pronto”.

 

Hoje em dia é bastante comum que a “mocinha da recepção” seja cobrada por outras atribuições: preparar burocracia de convênios e cartão de crédito/débito (e cobrar essas fontes), atuar nas mídias sociais, contribuir para o melhor funcionamento e ocupação da agenda, confirmar as consultas com antecedência com os pacientes… Claro, colocando tudo isso no software de gestão, tratar da contabilidade, resolver questões no banco, com fornecedores, comprar insumos…

 

Tudo isso mantendo o mesmo salário de R$500 Cruzeiros para a “mocinha”…

 

O salário mínimo paga, se muito, a “Mocinha” dos anos 80. Para ter um(a) profissional dinâmico(a), que contribua com as demais áreas da clínica, que seja honesto(a) e competente… Não será necessário apenas pagar mais… Mas capacitar, participar, cobrar, monitorar…

 

Tem gente que prefere um carro popular, e quem prefere Ferrari. Ambos proporcionam deslocamento motorizado, cada um em um nível e característica. Ambos podem funcionar. Mas querer uma Ferrari por preço de carro popular, nem Freud explica como seria possível…