Interact Gestão de Negócios

Preparação para aposentadoria – entrevista

Entrevista da sócia Jeanete Herzberg para Universo DOC, sobre preparação para aposentadoria de médicos, sócios de clínicas, com dicas práticas.

 

E DEPOIS DA PANDEMIA?

A pandemia do novo corona vírus trouxe mudanças em todos os aspectos das nossas vidas. E escancarou algumas dúvidas que já começavam a aparecer aos donos de clínicas e consultórios:

  • O que acontecerá com o avanço da Telemedicina em relação ao trabalho da clínica? Teremos mais concorrência? Atenderemos mais pacientes?
  • A minha clínica conseguirá sobreviver sozinha, em meio à concorrência?
  • Tenho sucessores que assumirão minha clínica?
  • Com a concorrência cada vez mais acirrada terei número significativo de procedimentos e cirurgias, que garantam minha sobrevivência financeira?
  • Com a crise econômica e desemprego e, portanto, com menos pessoas com convênios médicos, será possível manter o faturamento, pagar todas as despesas e gerar lucro?
  • Depois da pandemia, vou conseguir atender às normas de segurança sanitária e ainda ter resultado positivo?
  • Quero realmente continuar nesse tipo de risco, mantendo minha clínica e sendo, além de médico, um empresário?

Responder a essas questões pode ser um excelente exercício para tomar suas decisões estratégicas de médio e longo prazos sobre seu papel como empresário e médico, assim como que rumo dar ao seu negócio.

Existe a possibilidade de vender sua clínica, parcial ou totalmente, e assim reduzir seus ricos e encontrar solução para sua saída do negócio.

Por outro lado, se você está satisfeito com o desempenho de sua clínica e quer potencializar os resultados incorporando outras que passem a funcionar como a sua e assim ampliando o seu próprio negócio, existem possibilidades de aquisições e fusões no mercado.

E se você não se encaixa em nenhuma dessas opções e está pensando em comprar uma clínica, também deve se preparar para achar e conseguir as melhores oportunidades.

Há mais de 15 anos neste mercado a Interact pode ajudar para que essas transações aconteçam, seja fazendo a valoração do negócio, buscando interessados na compra ou venda ou ainda intermediando as negociações.

Se a decisão for de manutenção do rumo atual, a Interact poderá trazer o que há de melhor em administração para sua clínica ou consultório!

Entre em contato conosco e vamos descobrir juntos como fazer bons negócios!

Termômetro de Gestão

A Interact apresentou os resultados e conclusões do piloto do Termômetro de Gestão. Trata-se do resultado de muito estudo e trabalho para gerar uma ferramenta que funcione como um termômetro que mede a temperatura e indica que gravidade de febre – porém aplicado na gestão de clínicas e consultórios.

Além de identificar a temperatura, o Termômetro de Gestão também oferece indicações de áreas para melhorar e/ou se proteger.

Nesse post você encontra a apresentação feita dos resultados deste piloto, implantado em parceria com a SBAO – Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia.

Clique aqui para ver a apresentação.

Termômetro de Gestão 2018 SBAO

Destacamos 2 pontos que nos chamam bastante a atenção, analisando os resultados:

  • Em termos de tecnologia, há um alto índice de informatização inclusive com softwares e soluções potentes. Mas na realidade da gestão das clínicas, é raro esse arsenal se conectar e gerar inteligência de gestão.
  • Termômetro de Gestãoé uma ferramenta auto-declarada. Isso significa que a Interact não se responsabiliza pelas respostas, nem vai auditá-las. Apenas vai oferecer a medição e feedbacks de acordo com as respostas oferecidas pelo “paciente”. E se o paciente der uma “roubadinha” nas respostas? Em parte, pior para ele. Da parte da Interact, nos preparamos para isso. Na faixa dos melhores resultados, há inconsistências nas respostas: é o nosso indicador de que, ao fazer uma eventual auditoria das respostas, a medição final ofereceria uma temperatura mais elevada na gestão da clínica: febre.

Essa jornada de descobrimento e desenvolvimento na gestão é muito interessante. Compartilhe com a gente a sua opinião, a sua experiência…

Gestão ao estilo Copa do Mundo

 

Copa do Mundo no Brasil é indiscutivelmente algo que contagia a população de maneira geral. O interesse pelo assunto, os bolões, as escalações de cada “técnico”, reuniões para assistir jogos, debates sobre os problemas e as soluções do futebol…

Isso se repete a cada 4 anos… Nos intervalos entre as copas, assistimos a corrupção, a falta de seriedade e profissionalismo no esporte tomarem conta. Escândalos, dívidas crescentes dos clubes, uma situação cada vez mais dramática. E quando acontece um “7 a 1” entende-se que é preciso mudar. E quando surge um talento como Neymar, aposta-se que temos boas chances.

Conversando com médicos e gestores de clínicas e consultórios de todo o Brasil, percebo uma semelhança do assunto Gestão com o da Copa do Mundo.

O assunto Gestão é tipicamente alçado a “muito importante” em decorrência de algum acontecimento, alerta ou estímulo: uma história de alguém que foi fraudado ou roubado, um bom negócio que faliu por falta de controles financeiros, uma palestra inspiradora sobre o tema, etc. A semelhança com a Copa do Mundo é o perfil “tiro curto”, bem como o intervalo. Ou seja, o interesse na Gestão não tende a sobreviver a demanda de esforços, investimentos, alocação de tempo por parte dos sócios… E provavelmente esse tema ficará adormecido por um período de tempo, até que seja estimulado novamente.

E esteja certo, esse tema seguirá sendo estimulado. Seja pelo fisco, pela concorrência, pela administração de pessoas ou do financeiro, os sócios de clínicas e consultórios invariavelmente vão se deparar com desafios que não podem ser resolvidos pontualmente, em um torneio de de 7 jogos.

A gestão é um assunto muito mais semelhante ao campeonato de pontos corridos, que acontece ao longo do ano. Dezenas de jogos e viagens, centenas de treinamentos, preparação física, etc. Precisa ser incorporado ao “jeito de ser”. Seja uma demanda de gestão de altíssima eficiência, seja para ser controlado e seguro, o trabalho é no dia-a-dia. Não são passos grandes ou pequenos, é o tamanho da caminhada, e o quanto já andamos.

Tomada de Decisão – Artigo publicado na revista Universo Visual (Abril/18)

A cada novo cliente com quem começo a trabalhar, via de regra preciso entender os grandes números para então começar a ajudar os sócios a pensarem nos problemas que me são trazidos.
Num caso recente de um cliente, verificávamos um plano para aumento do faturamento da clínica. O que me foi dito era que o valor produzido estava sem grandes aumentos por conta da crise, mesmo tendo os preços subido e acompanhado a inflação.
Ao começar a analisar os números, verifiquei que o faturamento realmente estava bastante estável. Mas, para meu espanto, o que acabei descobrindo, analisando a agenda e cadastro de pacientes, foi que o número de pacientes novos estava decrescendo rapidamente ano a ano. Se esse aspecto não fosse verificado, em questão de dois ou três anos não haveria mais pacientes novos entrando para se consultar ou realizar algum exame, procedimento ou cirurgia. Ou seja, era a crônica de uma morte anunciada.
Da mesma forma, em outra clínica, existiam alguns relatórios financeiros, balancetes e demonstrativos de resultados (informações que usualmente não encontro em muitas clínicas e consultórios). Porém, apesar de o processo estar “estruturado” para atender ao melhor formato de cálculo de impostos balanceando pessoa física e jurídica, efetivamente não estava acompanhado na prática a regra existia, mas ninguém olhou se estava funcionando e trazendo resultados.
A cada novo cliente com quem começo a trabalhar, via de regra preciso entender os grandes números para então começar a ajudar os sócios a pensarem nos problemas que me são trazidos.
As perguntas dos médicos são de toda ordem: valoração da clínica para entrada ou saída de sócio, cálculo do impacto na alteração de remuneração dos médicos, tanto para a clínica quanto para o médico, a provável variação de número de pacientes e faturamento com a entrada de um concorrente no mercado, viabilidade de nova linha de serviços, aquisição de novos equipamentos, verificação da existência de fraudes e tantos outros.
Há sempre dificuldade de análise desses dados, que na maioria das vezes não existem de forma confiável e que possibilite análise mais profunda de cada caso.
O que tem me surpreendido recentemente é o sentimento, o “achômetro”, que está servindo de base para a tomada de decisões. Médicos donos de clínicas ou consultórios têm sempre que tomar decisões a todo instante aparece uma encruzilhada e há que se decidir por qual das alternativas seguir.
É inegável que as decisões passam por pelo menos dois aspectos importantes: primeiro, há o gosto pessoal do médico, que prefere trabalhar do seu jeito próprio, com suas características e disposição única de assumir riscos. Por outro lado, existem os dados objetivos, numéricos, de desempenho de produção e finanças do negócio. É impossível tomar uma boa decisão sem conhecê-los! Acertar a decisão nessas condições será um golpe de sorte, quase como ganhar na loteria.
Vocês médicos definem diagnósticos e tratamentos com base em informações de anamnese e exames específicos. Cada vez mais a tecnologia assegura que suas informações sejam mais precisas e confiáveis, acima de tudo se o resultado do exame for precário dificultará sua decisão sobre o diagnóstico e mais ainda sobre o tratamento a ser sugerido ao paciente.
Com a administração é a mesma coisa. Para tomar decisões utilize informações precisas, corretas, atualizadas e confiáveis.
Seja criterioso e exigente nas perguntas que você faz em relação à gestão de seu negócio, na confiabilidade das informações e no uso de ferramentas que estão disponíveis para administrar sua clínica ou consultório!
O alerta de hoje é justamente para que vocês, médicos oftalmologistas, tenham mais cuidado com suas informações conversem com seus gestores ou com quem cuida dos números do seu negócio. Procurem imaginar quais dados são importantes para servirem de base para suas decisões. Ou vão preferir acreditar que vão ganhar na loteria?

Brasil monstruoso… e a sua clínica?

Com o enredo “Brasil Monstruoso” a Beija Flor expôs em seu desfile diversos assuntos que estão sendo amplamente discutidos – de corrupção a violência, educação fraca, saúde não atendida e assim por diante.

Já imaginou se seus pacientes também expuserem publicamente uma experiência malsucedida numa ida à sua clínica ou consultório?

Tem muita coisa que é possível para o dono de uma clínica (seja ele(a) médico(a), dentista, ou não) interferir para que a experiência de seu paciente e seus acompanhantes seja a melhor possível! E que essa vivência positiva é que seja comentada, divulgada e exposta a todos!

Quais são as principais opções para essa boa experiência acontecer? Como medir a experiência? Como avaliar o desenvolvimento da gestão da experiência do cliente?

Não se preocupe se você não tem essas respostas! Preocupe-se caso não se importe com as perguntas!

E a qualquer momento, se precisar, conte com a Interact!

O Carnaval começa na Páscoa!

Não, o título não está errado! Também não estou falando do Carnaval fora de época! Falo deste Carnaval, que em 2018 será agora no início de Fevereiro! Sim, esse que está por vir, chegando! As pessoas começam a planejar após o Reveillon qual será a folia, a viagem, o descanso…

Mas o Desfile das escolas de Samba (ou mesmo bloquinhos de rua) começa a ser preparado muito antes da apoteose carnavalesca daquela semana de festa, esbórnia e ressaca. Pouco após o Carnaval anterior, próximo a Páscoa, as escolas se reúnem e começam a planejar e definir enredo, tema, as pessoas chave para toda a estruturação de cada área… Depois outras equipes são agregadas para compor o time da execução dos figurinos, ensaios, bateria, carros alegóricos, etc. Às vésperas do Carnaval, quando temos oportunidade de ir a ensaios, na verdade não estamos vendo um ensaio qualquer, estamos participando quase do final da longa preparação.

No dia-a-dia das clínica e consultórios, chamamos de “momentos da verdade” as situações onde o cliente tem contato direto com a empresa (estou falando do paciente, do acompanhante… são todos clientes). Do estacionamento, à recepção, atendimento médico, exames, procedimentos, até o acerto de contas, e todos os outros setores de uma clínica ou consultório.

Para as escolas de Samba, os “momentos da verdade” acontecem nos ensaios da véspera e com total intensidade no desfile: ela encara o público, os jurados, vai ter uma avaliação de desempenho –  se o tempo máximo de desfile “estourou”, se houve um acidente em um carro alegórico ou um grande espaço entre uma ala e outra…

Os “momentos da verdade” não tem piedade, sentimento nem percepção de bem/mal. É, por natureza, uma mensagem em estado bruto, e indica de forma importante a tendência do “julgamento” a que estamos submetidos.

Nas clínicas e consultórios a insatisfação de um cliente pode ser resultado de  recepção ruim ou no atendimento médico propriamente dito, de instalações inadequadas (sem wi-fi, faltam cadeiras na sala de espera)…

Também pode ser resultado de uma exigência que um certo perfil de clientes tem, que não seja seu público alvo específico.

Na clínica, todo dia é “o grande dia do desfile”: desde o 1º ao último atendimento do dia, os espectadores e jurados estão avaliando, e os “momentos da verdade” acontecem um atrás do outro.

Uma escola de Samba da elite do Carnaval, se preparara o ano inteiro para o grande desfile. E na sua clínica ou consultório, você se prepara para os “momentos da verdade” de todos os dias?

E na sua clínica ou consultório, quando começa o Carnaval?

Quais “chapéus” você usa numa clínica ou consultório?

Há sempre muitos papéis convivendo na administração de qualquer negócio. Clínicas e consultórios não fogem a regra!

Existem os médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, etc, com os seus interesses e dores. O mesmo vale para o(s) sócio(s) e para o administrador, quando houver um. Mas todas as pessoas também exercem, simultaneamente, outro papel: ou de pessoa. Significa que cada um também é (além de um profissional) um ser humano, com desejos, angústias, planos, expectativas, limitações, etc.

Veja no quadro abaixo, de forma simplificada, quais as expectativas que cada papel tem. Na sequência um quadro comparativo dos papéis, características da atuação, ganhos e responsabilidades.

Mas o interessante é que tem casos, e não são raros, onde se exerce mais que dois papéis (de Pessoa e Sócio ou Gestor ou Médico). É muito comum o sócio ser um médico ou dentista, por exemplo, que atuam clinicamente. As vezes eles acumulam a função de gestor também. Nesses casos se exerce 3 ou 4 papéis, usa 3 ou 4 “chapéus” diferentes. Isso é uma característica, um modelo… Não é certo ou errado.

Mas há de se atentar e cuidar de cada papel. Se o gestor é uma pessoa e o sócio outra, quando surgir um confronto de ideias ou posições, cada um defenderá seu ponto na tendência de chegar no melhor resultado. Considerando cada variável, e a visão de cada um, responsável por áreas diferentes do negócio. Mas quando o gestor e o sócio (poderia ser o médico ou o dentista) são a mesma pessoa a tendência é ir para o lado que a pessoa tiver mais empatia e/ou afinidade. Então não acontece o embate em busca dos melhores caminhos e soluções.

Ao acumular esses papéis, é muito fácil embaraçá-los, confundí-los. E isso é perigoso. Há de se perguntar “qual chapéu você está usando?”, referindo-se a qual papel. Há quem use, literalmente, chapéus para simbolizar cada papel que ele(a) exerce, para protegê-los das influências de outros papéis.

7 ondinhas e 12 meses: O que eu quero de 2018??

Muita gente que passa o Reveillon na praia cumpre o ritual de pular as 7 ondas do ano novo, desejar e fazer planos para o novo ciclo. Carro novo, casa, viagem, sucesso profissional e financeiro… “Sair mais com os amigos”, “ter alimentação mais saudável”, “praticar esportes”, “perder X kg” e por aí vai. Nesse ritual de passagem, há a oportunidade de olhar para trás, para o ano que passou: quais eram os desejos 1 ano antes, quanto  se empenhou e quanto disso se tornou realidade? É a parte onde avaliamos e melhoramos a nossa habilidade e feeling para o planejamento. Aprendemos a aproximar os desejos, os planos, e a realidade.

 

Inspirado no filme “Briho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004, com Jim Carrey e Kate Winslet), vamos imaginar que a cada novo ano (no filme é a cada dia) você esquece tudo do ano anterior. Você está celebrando uma nova passagem de ano… e sem saber o que desejava e planejava um ano antes, não saberá se conseguiu ou não, se sua dedicação foi adequada, aquém ou além do necessário…

 

Neste caso as perguntas são mais importantes que as respostas. Aliás, as respostas existirão apenas quando enunciadas as perguntas!

 

Você quer ser esse personagem, que esquece o que passou antes? Saiba do custo que irá pagar: desperdício dos aprendizados, tempo, dinheiro e felicidade…

Então, com a licença da linguagem popular, para não “dar ruim”, pense que a clínica “também é gente”: merece pular as 7 ondinhas todo ano! Planeje, crie e calibre expectativas para sua clínica ou consultório nesse ano que se inicia!  E para começar o ano de forma diferente, assista o filme, pule as 7 ondas e arregace as mangas para alcançar seus objetivos propostos! Feliz 2018!

QUER ADMINISTRAR MELHOR SEUS IMPOSTOS? O prazo é 31 de Janeiro…

Existem diversos formatos tributários para os contribuintes no Brasil e cada um oferece diferentes tributações e facilidades/restrições. Não há um modelo melhor ou pior, porém, há modelos mais adequados aos seus objetivos, a sua identidade e perfil de atuação. Tem sociedade uniprofissional, empreendedor individual, o Simples Nacional, lucro presumido, lucro real, recibo de pessoa física, RPA (para autônomos)…

E como descobrir o que é melhor para minha clínica, meu consultório e para mim?

1º de tudo, pense nisso antes do dia 31/Janeiro do ano corrente – essa é a data limite para optar por um enquadramento tributário. Mas qual é o melhor? Aí que entra em cena seu contador, cuja função é mostrar as alternativas possíveis, legais, e comparar os tributos, riscos, restrições/vantagens de cada formato – inclusive se é possível e interessante fazer um mix dos formatos. A obrigação do contador se estende até o momento da sua plena compreensão dos fatores importantes para SUA TOMADA DE DECISÃO. Você pode perguntar ao contador o que ele recomenda, mas a decisão é dos sócios e é intransferível.

Nossa legislação de impostos sempre muda assim como os negócios e suas expectativas… Boa gestão inclui verificar anualmente seu melhor enquadramento tributário para o ano.

Curso Finanças & Controles Financeiros para Clínicas e Consultórios 

Curso Administração para Clínicas e Consultórios

 

Resumindo….

– Se você acha que paga pouco imposto e não afeta muito seu negócio e seus rendimentos pessoais então esqueça tudo o que falamos acima.

– Se você acha os impostos altos, assegure-se de otimizá-los e evite perdas desnecessárias!

– Se você não paga impostos… Você tem 2 caminhos:

1º: ria enquanto pode e guarde uma reserva pois você vai precisar muito e em breve!

2º: mude de atitude, busque o melhor enquadramento e fique em ordem com a lei!

Os controles da Receita e do fisco são cada vez mais apurados. As chances de ser pego com “esquemas” cresce todo dia. Que aposta você quer fazer?

Página 1 de 5

© Blog Interact Consult 2021 - Todos os direitos reservados.